Educação em saúde

Blog do Dr. Bruno

60 orientações resumidas para pacientes sobre situações frequentes em consultas de clínica geral. O conteúdo é educativo e não substitui avaliação individual.

Saúde infantil: alguns textos abordam queixas comuns em crianças dentro do escopo da clínica geral. Dr. Bruno Martins não é pediatra; puericultura, crescimento, desenvolvimento e condições pediátricas complexas devem ter acompanhamento com Pediatria.
Dr. Bruno Martins
60 orientações

Principais temas do consultório

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1. Atendimento clínico de crianças: qual é o escopo?

Queixas agudas comuns podem ser avaliadas na clínica geral, mas isso não substitui acompanhamento pediátrico de rotina.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

2. Anemia por falta de ferro

Além de repor ferro quando indicado, é importante investigar alimentação, perdas de sangue e possíveis causas de má absorção.

3. Ansiedade

Quando ansiedade atrapalha sono, trabalho, estudo ou relações, vale uma avaliação clínica e de saúde mental.

4. Asma e chiado no peito

Reconhecer gatilhos, usar corretamente os medicamentos prescritos e identificar falta de ar importante ajuda a prevenir crises graves.

5. Assadura e intertrigo em dobras

Manter a região seca, reduzir atrito e avaliar sinais de infecção são medidas importantes.

6. Burnout e estresse

Cansaço persistente, irritabilidade, insônia e perda de rendimento merecem avaliação quando passam a comprometer o dia a dia.

7. Candidíase

Coceira e corrimento podem ter outras causas; recorrência ou sintomas diferentes do habitual devem ser avaliados.

8. Chiado e bronquiolite em crianças

Em crianças pequenas, dificuldade para respirar, recusa de líquidos ou lábios arroxeados exigem avaliação rápida.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

9. Colesterol alto

O resultado deve ser interpretado junto com pressão arterial, diabetes, tabagismo, idade e risco cardiovascular global.

10. Conjuntivite

Olho vermelho pode ter causas infecciosas, alérgicas ou irritativas; dor intensa e alteração visual exigem avaliação.

11. Conjuntivite em crianças

Higiene das mãos e evitar compartilhar toalhas ajudam; dor importante ou alteração da visão precisa de atendimento.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

12. COVID-19

Hidratação, repouso e observação dos sintomas são importantes; falta de ar progressiva ou piora do estado geral são sinais de alerta.

13. Dengue

Hidratação é fundamental. Dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramento ou tontura importante exigem reavaliação.

14. Dermatite de contato

Identificar e afastar o irritante ou alérgeno costuma ser parte central do tratamento.

15. Desidratação em crianças

Pouca urina, boca seca, sonolência e dificuldade para beber líquidos são sinais que merecem atenção.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

16. Diabetes tipo 2

Controle envolve glicemia, alimentação, atividade física, peso, pressão arterial, exames e uso correto dos medicamentos.

17. Diarreia e vômitos

A principal preocupação é evitar desidratação; sangue nas fezes, dor intensa ou incapacidade de hidratar exigem avaliação.

18. Diarreia e vômitos em crianças

Ofereça líquidos em pequenas quantidades e observe urina, disposição e capacidade de beber.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

19. Dor abdominal

Local, duração, relação com alimentação, evacuação e sintomas associados ajudam a orientar a investigação.

20. Dor abdominal em crianças

Dor persistente, barriga muito endurecida, vômitos repetidos ou prostração importante exigem avaliação.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

21. Dor cervical

Postura, tensão muscular e sobrecarga são causas comuns, mas trauma, fraqueza ou formigamento persistente merecem avaliação.

22. Dor de cabeça e enxaqueca

Dor súbita e muito intensa, alteração neurológica, febre com rigidez de nuca ou mudança importante do padrão são sinais de alerta.

23. Dor de cabeça em crianças

Observe febre, vômitos, alterações visuais, trauma e mudança de comportamento.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

24. Dor de garganta e amigdalite

Nem toda dor de garganta precisa de antibiótico; avaliação clínica ajuda a diferenciar causas virais e bacterianas.

25. Dor de garganta em crianças

Dificuldade para engolir líquidos, salivação excessiva ou dificuldade respiratória exigem atendimento rápido.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

26. Dor de ouvido em crianças

Febre, secreção pelo ouvido e dor persistente devem ser avaliadas antes de usar gotas por conta própria.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

27. Dor lombar

Movimento leve e retorno gradual às atividades costumam ajudar; perda de força, alteração urinária ou anestesia em sela são sinais de alarme.

28. Dor no joelho

Trauma, inchaço, bloqueio articular e dificuldade de apoiar o peso ajudam a definir a necessidade de investigação.

29. DPOC

Parar de fumar, usar corretamente os inaladores e reconhecer piora da falta de ar são pontos centrais do cuidado.

30. Entorse de tornozelo

Repouso relativo, gelo nas primeiras horas e avaliação da capacidade de apoiar o pé ajudam a orientar a conduta.

31. Febre em crianças

Mais importante que o número no termômetro é observar idade, comportamento, respiração, hidratação e sinais associados.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

32. Furúnculo e abscesso

Não esprema lesões profundas. Dor crescente, febre ou vermelhidão se espalhando precisam de avaliação.

33. Gastrite e dispepsia

Queimação, empachamento e dor na parte alta do abdome podem ter várias causas e merecem investigação se persistentes.

34. Gota e ácido úrico

Crises típicas causam dor intensa e inchaço articular; tratamento agudo e prevenção são estratégias diferentes.

35. Gripe e resfriado

Hidratação, repouso e controle dos sintomas ajudam; falta de ar, dor no peito ou piora importante merecem avaliação.

36. Hemorroidas

Evitar esforço evacuatório e manter fezes macias ajuda, mas sangramento retal nunca deve ser automaticamente atribuído a hemorroidas.

37. Herpes labial

Evite manipular as lesões e compartilhar objetos durante a fase ativa; recorrência frequente pode ser discutida em consulta.

38. Herpes-zóster

Dor e bolhas em faixa de um lado do corpo merecem avaliação precoce, especialmente em idosos e imunossuprimidos.

39. Pressão alta

Uso correto dos medicamentos, redução de sal, atividade física e acompanhamento regular ajudam no controle.

40. Hipotireoidismo

O acompanhamento costuma incluir sintomas, TSH/T4 e uso correto da levotiroxina, sem ajuste de dose por conta própria.

41. Infecção urinária

Ardência e aumento da frequência urinária são comuns; febre alta, dor lombar ou vômitos podem sugerir infecção mais alta.

42. Infecção urinária em crianças

Febre sem causa clara, dor ao urinar ou alterações urinárias podem precisar de exame de urina e avaliação médica.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

43. Insônia

Rotina regular, redução de estimulantes e avaliação de ansiedade, dor, apneia e medicamentos ajudam a encontrar a causa.

44. Manchas na pele em crianças

Observe febre, coceira, bolhas, dor e velocidade de aparecimento; manchas roxas que não desaparecem à pressão merecem atenção.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

45. Micose de pele

Manter a pele seca e evitar compartilhar toalhas ajuda; lesões extensas ou persistentes devem ser avaliadas.

46. Obesidade

O tratamento deve considerar alimentação, atividade física, sono, saúde mental, doenças associadas e, quando indicado, medicamentos.

47. Parar de fumar

Planejamento, apoio comportamental e tratamento medicamentoso quando indicado aumentam a chance de sucesso.

48. Pneumonia

Febre, tosse, dor ao respirar e falta de ar podem exigir exame clínico e, em alguns casos, radiografia.

49. Pré-diabetes

Perda de peso quando necessária, alimentação adequada e atividade física podem reduzir o risco de progressão para diabetes.

50. Prisão de ventre

Água, fibras, rotina intestinal e atividade física ajudam; sangue nas fezes ou perda de peso exigem avaliação.

51. Prisão de ventre em crianças

Evacuação dolorosa pode gerar retenção; rotina, líquidos e alimentação ajudam a quebrar esse ciclo.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

52. Refluxo e azia

Evitar refeições volumosas perto de deitar e observar alimentos desencadeantes pode ajudar; dificuldade para engolir é sinal de alerta.

53. Rinite alérgica

Controle ambiental e tratamento adequado ajudam a reduzir espirros, coriza, coceira e congestão nasal.

54. Rinite e alergia em crianças

Controle de poeira, mofo e outros gatilhos pode melhorar sono e qualidade de vida.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

55. Sinusite

Muitos quadros começam como virose; piora após melhora inicial, dor facial importante ou sintomas prolongados merecem avaliação.

56. Tendinite e dor por esforço

Ajustar carga, técnica e ergonomia costuma ser importante; perda súbita de força após estalo precisa de avaliação.

57. Tontura e vertigem

Descrever se há sensação de giro, desequilíbrio ou quase desmaio ajuda a orientar a investigação.

58. Tosse e bronquite

Evitar fumaça, manter hidratação e observar duração e falta de ar ajuda; tosse com sangue precisa ser avaliada.

59. Tosse e resfriado em crianças

Lavagem nasal, hidratação e observação da respiração são medidas úteis nos quadros leves.

Saúde infantil em contexto de clínica geral; não substitui Pediatria.

60. Urticária

Placas elevadas que coçam podem ser alérgicas ou não; falta de ar ou inchaço de língua e garganta é emergência.

Importante: este blog é educativo. Não altere medicamentos ou doses por conta própria. Falta de ar, alteração de consciência, convulsão, dor intensa, sangramento importante, desidratação ou piora rápida exigem atendimento presencial.